eu "é" um outro

quem eu sou...

um grande conglomerado de muitos eus e do outro

uma vontade de não ser só eu nessa limitação que aprendi a acreditar

e nao necessariamente uma questão de escolha

sou o outro sempre, quando sorri e quando chora

e então, não durmo

Comentários

  1. Não sei se o meu comentário seguirá sua linha de pensamento, mas me lembrei de Gonzaguinha, quando diz

    "E aprendi que se depende sempre
    De tanta muita diferente gente
    toda pesssoa é sempre as marcas
    das lições diárias
    de outras tantas pessoas."

    Já somos um mundo de possibilidades, de versões e variações. Considerando ainda as relações humanas, nos somamos cada vez mais e carregaremos sempre elementos que nos permitirá identificar o outro em nós.

    Fiz sentido? hehe

    Beijos!
    Carol

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