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Mostrando postagens de Dezembro, 2013

feliz-cidade

estranha palavra felicidade (tente soletrá-la)
que só o tempo (para alguns?) é capaz de fazer
b rota R
não posso dizer que hoje sei dessa tal F-E-L-I-C-I-D-A-D-E
uma curiosa cidade difícil de habitar
tão                                                      distante...
não se costuma chegar lá
(estrada looo o o   o   oo  o n g a e acidentada)
mas algo, em mim, FALA...
e algo em mim

é capaz, hoje, de escutar!

não sei se isto significa que, finalmente, depois de tanto espanto eu descobri o que é
AMAR!
algumas palavras anunciam na placa: perigo!
mas se sequer me importo
 - visto a novidade que é a falta do espanto - 
então, talvez,
SEJA!
perigo só é perigo quando a gente, assim                                                deseja... (perigo!)
porque autômatos repetimos o que já
sabemos,

pois VEJA
perigo só é perigo quando não há chance de tudo ser
diferente
e HOJE eu sei (EU SEI!)
há alguma coisa em mim que nunca houve...
(guarde isto!)
e um silêncio muito longo parece pairar sob…