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Mostrando postagens de 2014

há tantas auroras que ainda não brilharam

Isto não é uma poesia

atonal

As Cartas de Sara - teaser

De volta pra casa

Metalinguagem

pra que serve a poesia

Humano demasiado humano

Aos nossos contadores de história que se foram...

cheiro de rosa

o amor tranquilo

o substantivo vida

Para as noites pequenas

poema sinfônico

Um último tango no Rio de Janeiro?

Quem tem boca vai a Roma e muda tudo!

A solidão necessária...

A Estrada da Saudade

eu e a palavra

infinito

chuva, um violão e uma taça de canção

menino-música

improvável domingo

notas ingênuas para o cotidiano

enigma da esfinge

la vie en rose

silêncio

o poeta é um inventor

prosa de um querer

brevidade

o amor do lobo e do cordeiro

Gosto de Manjericão