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Mostrando postagens de 2014

Há tantas auroras que ainda não brilharam

Isto não é uma poesia

Atonal

De volta pra casa

Metalinguagem

Pra que serve a poesia

Humano, demasiado humano...

Aos nossos contadores de história que se foram...

Cheiro de rosa

O amor tranquilo

O substantivo vida

Para as noites pequenas

Poema sinfônico

Um último tango no Rio de Janeiro?

Para Roma (Buda e Einstein) com amor

Petrópolis, uma cidade de saudade

Infinito

Chuva, um violão e uma taça de canção

menino-música

Improvável domingo

Notas ingênuas para o cotidiano

Enigma da esfinge

La vie en rose

Silêncio

O poeta é um inventor

Prosa de um querer

Brevidade

O amor do lobo e do cordeiro

Gosto de Manjericão