PARCEIROS

Orquestra JOHANN SEBASTIAN RIO
Consultoria artística e executiva

Orquestra moderna e arrojada, divulga os clássicos em sintonia com o mundo contemporâneo. Formada por músicos renomados das grandes orquestras sinfônicas, atua ao vivo e online, com grande variedade de concertos e vídeos e parceiros no Brasil, Itália, Argentina e Alemanha, sendo a orquestra de câmara que mais cresce no país em público e visibilidade. Fundada em 2014 por Felipe Prazeres (seu diretor artístico) junto a Vanessa Rocha e aos violistas Eduardo Pereira e Ivan Zandonade, completa 5 anos em 2019 com ampla produção.

Foto: Daniel Ebendinger


FELIPE PRAZERES
Assessoria de carreira

Regente e violinista, atua como spalla da Orquestra Petrobras Sinfônica (OPES) desde 2001. Exerce ainda a função de regente da Academia Juvenil, projeto educativo da OPES. É diretor artístico da orquestra Johann Sebastian Rio. Na função de regente, já esteve à frente de orquestras como a World Youth Symphony, na Itália, OPES, Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA), Camerata SESI e Orquestra Sinfônica da UFRJ. Como solista, atuou ao lado das principais orquestras do Brasil, como OPES, OSB, OSPA, OSBA, OFES e OSUFRJ. Iniciou seus estudos aos onze anos e aos quatorze já atuava como solista frente à OPES. Graduou-se na Uni-Rio sob orientação de Paulo Bosísio e cursou pós-graduação na Academia de Santa Cecilia, em Roma, na classe de Domenico Nordio. Atualmente, cursa o Mestrado Profissional em Música da UFRJ. Obteve o primeiro lugar no Concurso Nacional de Cordas de Juiz de Fora, em 1997, no Concurso Interno da Uni-Rio, em 1998, e no Concurso Nacional de Música IBEU, em 1999. Colaborou com renomados maestros, como Isaac Karabtchevsky, Armando Prazeres, Carlos Prazeres, Roberto Tibiriçá, André Cardoso, Silvio Barbato, Ernani Aguiar, Roberto Tibiriçá dentre outros. Nas palavras de Isaac Karabtchevsky, "é um dos maiores talentos de sua geração, dono de uma técnica exuberante como violinista, de absoluto controle no plano estilístico, e regente destinado a desenvolver carreira exemplar".

Foto: Rafael Reigoto


MÁRCIO SANCHEZ
Criação e performance no Eu Sarau, projeto de música e literatura

Violinista, atuou na Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Osesp) e na Juvenil do Mercosul (Argentina) na qualidade de spalla. Atualmente, é violinista nas orquestras do Theatro Municipal, Petrobras Sinfônica e Johann Sebastian Rio. É detentor dos seguintes prêmios: Comenda Carlos Gomes, Outorgada pela Prefeitura de Campinas; Prêmio Estímulo, da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo; Troféu Qualidade Brasil “Vitória Alada”. Excursionou com o Quarteto Darcos e o Quarteto Juvenil do Mercosul em turnês pela Europa, EUA, México, Argentina e Brasil. Como ator, foi estrelado na Veja Rio com o espetáculo Sátira in Concert, atuou no Municipal do Rio em “Sinfonia Kaddish", de L. Bernstein, sob a regência de Isaac Karabtchevsky, e em outros eventos musico-literários em diversas casas de shows e concertos. É apresentador do Programa “Cozinha Clássica”, no canal de mesmo nome.

Foto: Ana Clara Miranda


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DEPOIMENTOS

"A moça leu 600 páginas de Guimarães, adaptou-as para 10 páginas de monólogo, decorou os 45 minutos de texto e atuou com marcação de cena, dança e pandeiro...45 dias de prazo. Pára tudo, né! Refletir sobre como referir-me à Vanessa já é árdua velha tarefa. Para tanto, desde sempre cumpri que suas façanhas e desempenho se fizessem presentes em meu pensamento: é pouco apenas falar do mundo que ela registra escrevendo. Remonto os seus poemas, as crônicas, sua expressão teatral, sua música triunfal interna, sua dramatização, sua dinâmica mental e corporal nos mais vários espaços-tempo. Evocação das suas performances! Elaborar algo com a Vanessa é sempre nutrir-me de sua empatia e benevolência. Sempre com soluções matemáticas para língua portuguesa, com a fala viva contida em seus textos e avidez pela comunicação verbal, a Vanessa me tem feito replicar seu modo de trabalho e achar que o português-arte vale a pena.  Eu, finalmente, quando declamo sua poesia, quando a vejo em cena, quando interpreto com ela seus textos e adaptações, ou com ela faço um jogral poético, tenho a sensação de que falar dela é pouco. Por isso desisto de depoimento sobra a Vanessa. É complexo! O ideal é percebê-la." (Márcio Sanchez)